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sábado, 14 de julho de 2012

Bem estar doscente




 

 

Professores Estressados

Olá professor!
Há pouco, li em uma matéria no site “Papo de Homem”, que o Brasil ocupa o segundo lugar no mundo no número de pessoas estressadas, perdendo somente para o Japão. A pressão que recebemos na sociedade de ser o melhor profissional, a super mulher, nos movemos num tempo que precisa ser maior. Esquecendo de que para que todo o mecanismo social, profissional e pessoal precisam de uma boa base física, emocional e mental.
A falta de controle pode gerar doenças e desencadear uma série de desarmonias funcionais no corpo. Esse tipo de estress ocorre desde a morte de um cônjuge, por exemplo, como as simples irritações no trânsito.
Especulando um pouco o nosso caso, como professores, a submersão a pressão, esforços e tensão, no que em minhas pesquisas, este estress está relacionado a desilusão profissional. Chamada Síndrome de “Burnot” (queimar de dentro para fora), é uma etapa de estresse e angustia, aparecendo nos profissionais que cumprem seu trabalho mas não acreditam na solução de qualquer problema. Ou seja, resultados de esforços que não resultaram em nada, gerando um esgotamento emocional.

Entre os mais listados: problemas de coluna, alergias, problemas nas articulações, perda de voz e síndrome de cansaço crônico.
Uma pesquisa na Universidade de Brasília (UnB), em conjunto com o Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE), mostrou que 30% dos professores ou funcionários da rede pública de ensino no País estão estressados ou deprimidos. Destes, 22% precisam de licença médica para a recuperação.
O estresse funciona assim:
O cérebro reconhece a situação de estresse e manda a informação para liberação de adrenalina e noradrenalina.
Em seguida, o organismo tenta se ajustar e se adaptar a tal situação.
Num terceiro momento (fase de esgotamento ou exaustão), quando há dificuldade de adaptação ao estresse, ocorre o enfraquecimento geral e baixa imunidade. Neste momento, as glândulas suprarrenais passam a liberar, em grande quantidade, o que é considerado o maior vilão do estresse: o cortisol.
Daí em diante, o cortisol deprime o sistema imunológico, aumenta a pressão arterial e o açúcar no sangue.

Gostaria que este tema pudesse ser mais extenso, com as discussões, relatos, e dados de como esse estresse pode ser eliminado, podendo nos proporcionar uma qualidade de ensino e vida pessoal melhores.
Não fugindo deste primeiro tema, gostaria de propor um exercício para equilibrar o corpo, diminuir o estress, acalmar o coração e alimentar a alma.
Yoga Tibetana
  1. Sente-se com pernas cruzadas, a coluna reta e o olhando para a frente. As mãos devem apoiar-se sobre os joelhos e os braços devem estar soltos.
  2. Respire profundamente, mas sem esforço, pelo nariz e pela boca, simultaneamente. Foque sua atenção na respiração.
  3. Após alguns minutos, movimento lentamente os ombros. O ombro direito deve se mover o máximo possível para a frente, enquanto o ombro esquerdo deve se mover o máximo possível para trás. Ao fazê-lo, deixe que o cotovelo esquerdo dobre-se, enquanto que o braço direito permanece reto. Este movimento deve levar cerca de 15 segundos. Em seguida, faça o movimento inverso, movendo o ombro direito para tráz e o esquerdo para a frente.
  4. Repita esta sequência de movimentos três ou nove vezes.
  5. Permaneça em sua postura de meditação por alguns minutos, absolutamente quieto.
  6. Enquanto permanece quieto, foque sua atenção na sensação despertada pelo exercício. Espalhe esta sensação por todo o corpo e além dele, pelo ambiente que lhe cerca e a todo o universo.
Este exercício relaxa os músculos da parte superior das costas, especialmente da região das omoplatas, aonde costumamos acumular muita tensão. É especialmente útil ao final do dia, após um dia de trabalho estressante.

http://bemestardocente.wordpress.com/



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